Filipinho busca em J-Bay vantagem para a decisão de Trestles

 


Por Redação Ge — Rio de Janeiro


Salvo pelo dia off. Estava com a ideia fixa de que dia 12 seria quarta-feira, não terça, e só agora finalizei meu tradicional texto pré-evento, com aquela análise sobre o tipo de onda e principais favoritos, mas hoje focando principalmente no ranking. 



A janela da nona e penúltima etapa da temporada regular da World Surf League (WSL) começou na madrugada desta terça-feira em Jeffrey’s Bay, talvez a melhor direita do mundo, mas o mar não colaborou e tudo indica que acontecerá a partir da madrugada de quarta-feira (2h30min). O retrospecto recente é animador para o Brasil. Nas últimas três disputas, a vitória foi brasileira, com Filipe Toledo vencendo em 2017 e 2018 e Gabriel Medina, em 2019, derrotando Ítalo Ferreira na final. Filipinho ainda chegou na semi em 2019 e Medina, em 2017.


Italo também está perto da vaga. Em terceiro do ranking, com 34.385 pontos, tem vantagem razoável sobre o sexto colocado, o japonês Kanoa Igarashi, com 29.440. O campeão olímpico precisaria ser ultrapassado por três surfistas para perder sua vaga nas finais. Assim como Filipinho, o retrospecto de Ítalo nas direitas de Jeffrey’s faz acreditarmos que o brasileiro não terá dificuldades para se manter entre os cinco primeiros. Não é impossível, mas os irmãos Pupo, Miguel em nono, com 26.865, e Samuel em décimo-primeiro, com 25.165, e até Caio Ibelli, logo em seguida com 24.790, podem sonhar com um lugar em Trestles. O quinto colocado do ranking, o australiano Ethan Ewing tem 30.970 e a vitória vale 10.000 pontos para o campeão. Não está fácil, mas matematicamente as chances existem.


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https://ge.globo.com/surfe/blogs/boas-ondas-com-diogo-mourao/noticia/2022/07/12/filipinho-busca-em-j-bay-vantagem-para-a-decisao-de-trestles.ghtml













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